quinta-feira, 20 de setembro de 2012

DISSERTATION


By: Valdemir Mota de Menezes, the Scribe.

The dissertation can be:
exhibition - the author develops a theme analyzing its various facets without necessarily taking sides, position yourself in front of him. This type of search text communication of knowledge through logical reasoning.

argumentative - the author wants to convince the receiver that the view given is also the best and, if appropriate, submit rebuttals to possible counter-argument.

It is crucial that (s) our (s) goal (s) is (are) very clear to ourselves: if the most important is the theme itself, our text will be an expository essay, but the most important is the our standpoint, our opinion on the subject, our thesis is argumentative.

The text dissertative should be clear, objective and consistent. Besides the selection of ideas to be analyzed and discussed, one must have a clear structure, consisting of three parts - the introduction, development and conclusion - that need to be strongly interconnected.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

TEOLOGIA GAY: O CRIME HERMENÊUTICO

Concordo plenamente com o texto abaixo, escrito pelo meu amigo de adolescencia, Hélio. Tentar apoiar o homossexualismo como uma prática aprovada pelo cristianismo, é brincadeira..... Na minha grosseria que as vezes me é peculiar, ao usar as palavras, bem ao contrário do meu educado amigo Hélio, costumo dizer: "Quer dá a b....? não precisa distorcer a Bíblia, faça o que quer, no fianl, dará conta a Deus. Quem desejar viver no pecado do homossexualismo, não precisa se justificar com o texto bíblico. É melhor esquecer a Bíblia, pois distorcé-la, fará seu pecado se tornar bem maior diante de Deus. (comentário do Escriba Valdemir Mota de Menezes)

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Teologia gay: o crime hermenêutico


Pr. Eguinaldo Hélio de Souza

Se “teologia gay” for uma expressão aceitável e coerente com o evangelho, devemos nos perguntar se logo não teremos “teologia zoofílica” ou “teologia incestuosa” ou “teologia pedófila” e até “teologia necrofílica”. Desenvolver uma teologia cristã apoiada em uma prática sexual condenada pela Bíblia é mais que um paradoxo, é uma blasfêmia, uma loucura intelectual, um disparate.

A idéia de um “cristão gay” não passa de um contrassenso. E isso não é fruto de preconceito, mas de preceito bíblico. Ninguém pode ser cristão e praticar algo condenado para um cristão. Um cristão não está isento de cometer algum pecado devido à fraqueza humana, mas justapor esse pecado como título ao seu título de cristão é pior do que relativizar o pecado. É mais do que justificá-lo. É querer mudar a natureza do próprio pecado, chamando o sujo de limpo, o indecente de santo, a imundície em pureza. É justificar a atitude condenada em Isaías 5.20. Adicionar “gay” ao título cristão, não cristianiza o homossexualismo. Homossexualiza o cristianismo. O que equivale dizer que o anula. E por quê?

Porque a Bíblia condena taxativamente a prática homossexual, apesar de contestações recentes. Alguns grupos têm afirmado que as Escrituras não condenam o homossexualismo. Pelo contrário, eles apontam trechos que na verdade representariam um estímulo e uma apologia de tal prática. Alguns desses grupos se intitulam cristãos, outros não, mas ambos procuram reinterpretar a Bíblia de modo a torná-la favorável a eles.

Ao tomar essa atitude, esses grupos estão na verdade reconhecendo a autoridade da Bíblia. Se eles estão preocupados com o sentido correto do texto bíblico é porque de alguma forma admitem sua autoridade. Sendo assim são obrigados a sujeitar-se ao que ela realmente diz, caso lhes seja provado. Os homossexuais que rejeitam o valor moral, divino ou espiritual da Bíblia estão isentos dessa sujeição. A verdade, porém, é que até mesmo Luiz Mott, líder do grupo gay da Bahia, escreveu textos onde procurou “ensinar o verdadeiro sentido” dos textos sagrados, como se sua prática homossexual o torna-se um mestre de hermenêutica bíblica.

O fato é que ninguém precisa de grande capacidade intelectual para perceber que Romanos 1.26, 27. Só vai precisar de grande capacidade intelectual se quiser se utilizar de sofismas e distorções com a finalidade de negar o óbvio — Deus condena a prática homossexual.

Malabarismos hermenêuticos

Os homossexuais “cristãos” e simpatizantes geralmente trabalham de duas formas com a Bíblia.

Primeiramente tentam distorcer, minimizar ou dar um sentido completamente diferente para aqueles textos que evidentemente condenam a prática homossexual. Existem diversas passagens, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Algumas são diretas, enquanto outras condenam apenas por inferência. O movimento homossexual procura dar-lhes um sentido completamente diferente de modo que não se oponham a eles. O artigo da Wikipédia intitulado “A homossexualidade e a Bíblia” mostra claramente a falácia na qual se apoiam para distorcer os textos bíblicos:

Dentre os cristãos, o protestantismo tem como um de seus principais princípios a interpretação privada ou juízo privado dos textos bíblicos, fruto da Reforma Protestante, quando Lutero, em outubro de 1520, enviou seu escrito “A Liberdade de um Cristão” ao Papa, acrescentando a frase significativa “Eu não me submeto a leis ao interpretar a palavra de Deus”. Isso posteriormente acabou originando o direito fundamental de liberdade religiosa, bem como a própria ideia de democracia, ao consagrar a ideia de horizontalidade dos fieis protestantes, ao contrário da verticalidade do catolicismo, cuja última opinião em matéria de interpretação bíblica pertence ao Papa. No protestantismo, a opinião de cada um dos fiéis em matéria de interpretação bíblica tem o mesmo peso

Há um ponto que precisa ficar claro, tanto para homossexuais como para qualquer outro grupo. A liberdade de interpretação das Escrituras, defendida por Lutero e pelo Protestantismo não significa pluralidade de significados. Significa apenas liberdade de consciência. Diferente do que acontecia no catolicismo, o intérprete é livre para buscar o sentido verdadeiro ao invés de se sujeitar a um sentido imposto de cima. Não significa que qualquer entendimento seja verdadeiro. Pelo contrário. A responsabilidade é do indivíduo de procurar e encontrar o sentido correto.

A Confissão de Westminster esclarece esse ponto em seu capítulo sobre as Sagradas Escrituras:

1.9. A regra infalível de interpretação das Escrituras é as próprias Escrituras; portanto, quando houver questão sobre o verdadeiro e pleno sentido de qualquer texto das Escrituras (sentido que não é múltiplo, mas único), esse texto pode ser estudado e compreendido por outros textos que falem mais claramente. [O grifo é nosso]

O Protestantismo apenas aprendeu a respeitar a opinião divergente. De modo algum relativizou os sentidos. Aplicando tal regra aos textos bíblicos relacionados ao homossexualismo não há dois sentidos. Ou eles o condenam ou não o condenam tal prática e isso independe da opinião de cada um. Quando aplicamos a regra proposta na Confissão de Westminster, comparando as diversas passagens, vemos que a Bíblia é unânime em condenar o homossexualismo. Não existe a mínima possibilidade de que não o faça. Ou o homossexual abandona a prática ou abandona a Bíblia. Elas são irreconciliáveis.

O segundo conjunto de textos são aqueles com os quais os homossexuais tentam justificar suas práticas. Enxergam sexo onde só existe amizade sincera e profunda. Davi e Jônatas, Noemi e Ruth e mesmo passagens como o capítulo quatro do livro de Eclesiastes são usadas para se fazer apologia àquilo que a Bíblia condena como sodomia.

A verdade é que esses grupos pretendem fazer com que a Bíblia esteja de acordo com seus pecados. Preferem mudar a Palavra de Deus a mudar a si próprios. Só não percebem que essa atitude, longe de livrá-los da condenação divina, acrescenta-lhes ainda a culpa de distorcer a verdade. Quando analisamos sua abordagem de tais textos, facilmente percebemos que eles não são sinceros em sua interpretação, que eles estão querendo apenas justificar o injustificável. Só homossexuais enxergam homossexualidade onde existe apenas amizade.

Essa é a grande perversão do homossexualismo. Ele transforma amizades puras e belas em atos sexuais reprováveis. Iguala homossexualismo à homoafetividade, em uma distorção semântica diabólica, onde bom e belo se igualam ao mau e ao abominável.

Está na hora dos homossexuais, sejam eles “cristãos ou não”, pararem de querer manipular as Escrituras para se ajustar às suas tendências corrompidas e começar a obedecê-las. Só então poderão desfrutas das bênçãos de Deus.

sábado, 6 de novembro de 2010

PROF BARC

CalogeroJade | 8 de outubro de 2010
The event was held in D-01 at the Department of Theological Studies (2140 Bishop Street). Prof. Barc is a world renowned specialist on the Nag Hammadi texts and is associated to the Bibliothèque copte de Nag Hammadi (BCNH) research team of l'Université Laval. He has written extensively on Gnostic texts as well as on Jewish and Christian methods of interpretation. He is now preparing the critical edition, translation and commentary of the Apocryphon of John for the BCNH collection.


sábado, 10 de julho de 2010

HERMÉUTICA Y LITERATURA

«La hermenéutica reposa sobre el hecho de la no comprensión del discurso [...] el arte de la interpretación es, pues, el arte de entrar en posesión de todas las condiciones necesarias para la comprensión» (Schleiermacher, 1809-1810:73).


sexta-feira, 25 de junho de 2010

PRODUÇÃO DE TEXTO NA APRENDIZAGEM

Esta tarefa escolar proposta nesta disciplina é um exercício de produção de texto, cujo objetivo é estimular os futuros docentes a melhorar suas habilidades na transmissão de conhecimento pela forma mais antiga da humanidade depois da fala.

Todo curso, principalmente os da base da educação, devem enfatizar e estimular os alunos a produzirem textos. Produzir texto, fazendo narrativa de um fato ou descrevendo um objeto fará o aluno desenvolver sua capacidade de transferir idéias em palavra escrita. Além do que, quando falamos o pensamento é instantâneo, já na produção de texto o aluno tem tempo para corrigir sua expressão escrita, pode também escolher palavras mais apropriadas para transmitir o seu pensamento. Na produção de texto o aluno passará a dominar a arte de escrever, desenvolvendo a habilidade de resumir ou sintetizar um livro, um filme, um evento, bem como poderá ampliar o mesmo evento através da habilidade em analisar, fragmentando-o e explicando os fatos ou objetos por etapas.










Assim, as evidências pedagógicas mostram que estimular os alunos a produzirem textos, sem cópias (muito comum nesta época de internet) é um ótimo método de aprendizagem, onde o aluno vai aprender a transmitir seus pensamentos e se expressar de forma mais clara.

DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO

Denotação
Consultando o dicionário Houaiss, encontramos para a palavra jóia as seguintes definições:
1 objeto de metal precioso finamente trabalhado, em que muitas vezes se engastam pedras preciosas, pérolas etc. ou a que é aplicado esmalte, us. como acessório de vestuário, adorno de cabeça, pescoço, orelhas, braços, dedos etc.
2 Pedra preciosa de grande valor.
3 p. ext. qualquer objeto caro e trabalhado com arte (estatueta, relógio, cofre, vaso etc).
As definições são claras, precisas. Todas giram em torno de um objeto de valor. A partir dessas definições, podemos criar frases com muita segurança.
Ex.: Essa jóia em seu pescoço está há várias gerações em nossa família.
O rubi é uma jóia que encanta meus olhos.
Aquele vaso, provavelmente chinês, é uma jóia de raro acabamento.
A palavra jóia, presente nas três frases citadas, foi empregada em seus sentidos reais, primitivos. A isso se dá o nome de denotação.









II) Conotação
Voltando ao dicionário citado, encontramos na seqüência da leitura o seguinte:
4 fig. pessoa ou coisa muito boa e querida (sua sobrinha é uma jóia.)
O próprio dicionarista nos dá um exemplo. Vejamos outras frases abaixo.
Ela é uma jóia de menina.
Que jóia esse cachorrinho!
Minha irmã se tornou uma jóia muito especial.
Observe que, em todas as frases, a palavra jóia extrapolou o sentido original de objeto caro. Ela está se referindo a pessoas e animais, que, na realidade, não podem ser jóias, se levarmos em conta o sentido denotativo do termo. Há uma comparação implícita em cada frase: bonito ou bonita como uma jóia. Dizemos então que se trata de conotação.
Vamos comparar as duas frases abaixo:
Comi uma fruta deliciosa.
Ela escreveu uma frase deliciosa.
Na primeira, o adjetivo deliciosa está empregado denotativamente, pois indica o gosto agradável da fruta; trata-se do sentido real do termo. Na segunda, o adjetivo não pode ser entendido “ao pé da letra”, uma vez que frase não tem gosto, não tem sabor. É um emprego especial, estilístico da palavra deliciosa. Assim, ela está usada conotativamente.
Muitas vezes, as perguntas de interpretação se voltam para o emprego denotativo ou conotativo dos vocábulos. E mais: o entendimento global do texto pode depender disso. Leia-o, pois, com atenção. A leitura atenta é tudo.

INTERPRETACCIÓN SEGUNDO NUESTRO TIEMPO

Yo no concuerdo con la manera de interpretación de Cesaria Angela donde lo que importa es la unificación de la Biblia con la “realidad de hoy”. La palabra de Dios fue escrita para todo los tiempos. La autora dice que en el momento de la redacción es NIVEL TEOLÓGICO. La manera de interpretación abajo es falsa y se basa en el humanismo como dije el texto abajo; “Consiste en analizar la realidad en el texto a partir de cuatro aspectos básicos de la vida humana: económico, social, político e ideológico ("los cuatro lados").” La Biblia debe ser traducida según Dios y no según la vida humana.








¿Qué es la Lectura pastoral de la Biblia?
1. Objetivo
Marchand y Mizzotti (2002) dicen que la lectura pastoral de la Biblia tiene como principal objetivo dirigir la lectura ‘pastoral’ hacia el acompañamiento necesario para que la lectura ‘comunitaria’ de la Palabra sea una lectura correcta y fiel. En otras palabras, que los lectores de las comunidades cristianas interpreten correctamente y fielmente la Biblia.
2. Importancia y Metodología
Entre los aspectos que resaltan la lectura pastoral de la Biblia Marchand y Mizzotti (2002) destacan lo siguiente:
o Ofrece un instrumento que permite evitar lecturas subjetivista, distorsionadas y manipuladas.
o La pastoral es a nivel ‘popular’ especialmente en ambientes urbano-marginales y rurales.
o Dirigido a todo agente pastoral que, en estos contextos, busca escuchar comunitariamente la Palabra de Dios.
El método propuesto por Marchand y Mizzotti (2002), no es el único, solo es un método, una sugerencia un aporte; este consiste de siete pasos los cuales tienen como finalidad organizar la interpretación de la Biblia:
1. Partir de la realidad de hoy
Estudiar y profundizar los aspectos de nuestra realidad que deben ser especialmente iluminados para la Palabra de dios que leeremos.
o Una breve explicación vincula el tema de la reunión a la realidad de hoy, introduciendo preguntas sencillas que ayuden a unir realidad y Biblia.
o Esa parte de la reflexión en grupo dejará un espacio para la oración a partir de lo que se vive.
1. Conocer el texto (nivel literario)
Consiste en buscar entender el contenido del texto, sus personajes, sus historias y sus intenciones.
2. Contexto redaccional
Se trata de relacionar el texto con la comunidad que lo redacta y con la finalidad del pueblo de la época de composición
3. Contexto histórico del hecho
Consiste en analizar la realidad en el texto a partir de cuatro aspectos básicos de la vida humana: económico, social, político e ideológico ("los cuatro lados").
4. Mensaje de Dios para el tiempo del hecho (nivel teológico)
Descubrir en el texto cómo la comunidad de fe del tiempo del hecho narrado interpreta la realidad que está viviendo y reconoce en ella a "Dios que le habla".
5. Mensaje de Dios para el tiempo de la redacción (nivel teológico)
Aclarar cómo el mensaje teológico descubierto en el hecho descrito por el texto es re-leído por una comunidad que vive en una realidad posterior y diferente.
6. Celebrar a Dios que habla hoy
Significa recuperar para el presente la memoria de la acción liberadora de Dios en el pasado, y renovar el propio compromiso de fe.
Ampliar un puente entre el estudio de la Palabra de Dios y la realidad circundante, de manera que la celebración se vuelve transformadora de los creyentes que celebran la Palabra.
Expresar y sintetizar el compromiso al que nos llevó el estudio del texto sagrado, mediante un símbolo, ofrenda, cantos, salmos, etc.
Encontrar una frase o versículo del texto elegido que resume el mensaje que hemos descubierto, vivido y asumido por todos.
La celebración de la Palabra es el punto alto de cada reunión. Es el momento en que el grupo debe ser más personal, más situado y más creativo.

Presentación General a la Biblia. I semestre
Prof. Rebeca Cabrera
Elaborado y enviado por
Cesaria Angela Lubes Colella