sexta-feira, 15 de abril de 2016

LIVRO: TODOS OS TELEFONES DO PRESIDENTE LULA

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  Este presente volume faz uma análise das ligações telefônicas que o juiz Sergio Moro retirou o sigilo do processo e permitiu que a sociedade brasileira tomasse conhecimento do complô que Lula, Dilma e a cúpula do Partido dos Trabalhadores tramavam contra o Brasil. Em seu plano de poder, o PT enriqueceu seus membros mais ilustres e arregimentava sua quadrilha na ralé da sociedade com seus exércitos paralelos como o MST, os ditos movimentos sociais, os sindicatos e grupos sanguessugas como a CUT (Central Única dos Trabalhadores).  As revelações das conversas telefônicas deixaram o Brasil estarrecido com as manobras ilegais que o PT tramava para livrar Lula das mãos pesadas da justiça federal, em especial, da REPÚBLICA DE CURITIBA, pois daquela capital brasileira, uma força conjunta da Policia Federal, do Ministério Público Federal e da Justiça Federal, desvendou-se o maior esquema de corrupção da história do Brasil e mesmo da história da humanidade. O volume de dinheiro desviado do erário público e da Petrobrás trata-se de uma soma astronômica que bandidos mancomunados transferiram para sustentar a máfia do PT


domingo, 10 de abril de 2016

COMO PREPARAR SERMÕES

Como preparar sermões.

Como apresentar a mensagem de Deus.


Pr. Ilton Gonçalves

CONHECIMENTOS DE HOMILÉTICA

A ARTE DE PREGAR SERMÕES RELIGIOSOS


LEITURAS: Mt 28:18; Mc 16:15-20; 11Tm 4:1-5.

INTRODUÇÃO: O que é Homilética?
A arte de bem falar em público (especialmente em púlpito); teoria da eloquência.
Homilia: Prática sobre assuntos religiosos; seria discurso fastidioso sobre moral.
Como discurso religioso, falamos sobre a arte de bem falar no púlpito da igreja.


A igreja e a pregação do evangelho.

A suprema tarefa da igreja do Senhor Jesus Cristo, no mundo, é a evangelização, Mc. 16:15Mt. 28:19; Jo. 20:21; At. 1:8. " Evangelizar significa proclamar a verdade "; boas novas.
Pregar: anunciar; ensinar sob forma de doutrina; aconselhar; inculcar; fazer sermões.
Sermão: discurso religioso, pronunciando no púlpito ; prédica.
Púlpito: tribuna de onde pregam os sacerdotes; eloquência sagrada.

A evangelização praticada pela igreja no período do novo testamento continua como modelo da igreja hoje, a modernidade não mudou a mensagem que Jesus, Pedro, Paulo e outros pregam.
Havia 2 pontos básicos na igreja inicial; At 5:42; 2:40-41; 4:4.
praticava evangelismo pessoal, nas casas; de casa em casa; de pessoa em pessoa .
Praticava evangelismo em massa ( campanhas ), no templo e para multidão, "com anzol e com rede".
É importante reconhecer que o evangelismo pessoal é o método tradicional mais eficiente para obter resultados positivos e profundos. Sempre tem decisões mais consciente, Jo. 3:4-5.
Cada cristão deve ser uma testemunha ardente, do poder regenerador do evangelho e proclamá-lo.

A igreja tem muito a perder por se esquecer do evangelismo pessoal.
evangelismo de massas é proveitoso e rápido, Mt. 24:14; com sinais, At. 3:5-6; 14:7-11.
Exige-se um bom conhecimento de cada proclamador, At 18:26; 1 Co. 3:9, é necessário preparação, pois você é um representante do rei dos reis e Senhor dos Senhores.


A preparação

É indispensável estar preparado em duas áreas: espiritual e natural.
Na área espiritual temos que se preocupar com:
a) sua piedade pessoal; disponibilidade para Deus.
Piedade: respeito e amor, devoção às coisas religiosas.
b) Seu conhecimento da palavra, pois vai interpretar a palavra.
c) Sua fé e coragem.
d) Sua convicção de chamada junto com a reconhecida vocação cristã.
e) Sua humildade.
f) Seu espírito de oração, canal livre para a comunhão com o alto.
g) Sua visão da obra.
h.      Sua sensibilidade espiritual e uma unção plena do Espírito Santo.
Na área natural deve tomar cuidado com:
a) Seu desenvolvimento sóbrio e fecundo de sua inteligência.
b) Seu exercício continuo e sábio de sua memória.
c) Seu adestramento constante de dicção.
d) Seu cuidado dia e noite com saúde pessoal.
e) Aperfeiçoamento do idioma.
f) Sua expansão honesta, humilde e inteligente da cultura.
g.      Sua preparação psicológica.
Pregar o evangelho não é somente fazer discursos ou sermões, é falar em nome de Deus, 1Co. 1:21; Is. 52:7; Rm. 10:15. "Vamos dar a pregação o prestígio que o Senhor lhe deu e ele nos dará o êxito que ele mesmo conquistou.

Definições de Homilética


"Homilética é a arte de pregar sermões religiosos".
"Estudo das maneiras de se preparar e apresentar a mensagem cristã".
II Tm. 2:15- Nós devemos nos preparar.
Gn. 49:21-"Formosos segundo o espírito de Deus".
Todo pregador é um edificador, Hb.3:4; 1Co.3:10. O pregador é o que anuncia a palavra certa no tempo certo, Pv. 25:11, Maçã significa alimento, ouro significa metal por excelência, prata significa redenção.

Características da pregação

Deve ser bíblica.
É um crime utilizar o púlpito e não pregar a bíblia. "Os pentecostais são acusados de incluir demasiadamente textos bíblicos em suas mensagens". Certamente aí está o segredo do crescimento, II Tm. 4:2a, nunca irá faltar na bíblia o pregador deve faltar de verdade contida no livro Santo.
Deve ser reduzida a uma expansão bíblica. Os ouvintes jamais irão reter na memória todas as verdades que escutam do pregador, então é necessário ter cuidado para centralizar a mensagem em Cristo Jesus e sua palavra.

A pregação deve conter mensagem


Deve produzir efeitos positivos.
A pregação não deve ser como um conto vulgar, é uma forma de comunicação sublime, o pregador recebe de Deus uma mensagem, que então transformará aos homens. "Ele é veículo que levará". Exige-se dedicação para se ter frutos na colheita.
O Pregador deve pregar somente a verdade. O mundo necessita de uma transformação, mudança de vida, de natureza, de costumes, que somente a verdade de Deus pode produzir.

A pregação deve ser com convicção

Todas as verdades que estão nas páginas da Bíblia são indiscutíveis, 11Pe 1:20-21; Jo 17:17.
Ninguém pode ter sucesso como pregador se não tiver convicção naquilo que prega.
O pregador tem que crer no fruto de sua semente. É melhor não pregar, do que pregar e não crer na própria pregação, Rm 10:8.
"Toda pregação de fé, tem sucesso".

Cristo deve ser o centro da pregação

A plataforma evangélica existe para que se pregue a Cristo.
Existe muitas maneiras de se começar uma pregação, porém há uma só maneira de se terminar: Apresentando a Cristo.
Nada, nem ninguém pode tirar-lhe o lugar na pregação.

Inicia-se a pregação partindo de um texto bíblico

Uma mensagem sem um texto Bíblico que a respalde, é como um trem sem os trilhos.
"Um texto sem contexto pode ser mero pretexto".
O pregador deve ser sábio ao escolher e utilizar o texto. O melhor comentário da bíblia continua sendo ela mesma.
É aconselhável pregar somente textos curtos e conhecidos do pregador.
"Aquele que não ordena seus pensamentos, não pode ser senhor de suas palavras".
"Ordene bem suas palavras e serás ouvido".
Não grite como louco: "O grito é a manifestação cabal de quem não tem o argumento".

Pregador e pregação simples tem bom resultado

Simplicidade não é desleixo nem falta de conhecimento. Não é ignorância.
Ritualismo, formalismo e artificialismo são os grandes inimigos do pregador,
11Co 11:3b. "A autoridade de Jesus não foi posta em dúvida por sua simplicidade".
Os gestos devem ser simples. A atenção do povo deve estar na palavra e
não no orador. No final eles devem falar bem da pregação e não do pregador. (Fora com aquelas perguntas: Como você acha que eu fui? O povo gostou de mim?)
Deve-se evitar dois extremos: A imobilidade e a dramatização.
pregador não é uma estátua, nem tampouco palhaço, artista.
Linguagem simples e não linguagem "chão".
Coração simples, como pombas, Mt 10:16. Nessa simplicidade evitará você de pregar por pão.
"Pregue para 5 como se estivesse pregando para mil; pregue para mil como se fosse 5; com a mesma simplicidade e entusiasmo".

A pregação tem três métodos:

Pode ser:
Textual. Examina um texto Bíblico literalmente e detidamente.
Expositiva. Exige muito conhecimento do pregador, pois vai fazer uma exposição lógica e objetiva do texto apresentado.
Por tópicos. Se divide um texto em várias partes lógicas que exige argumentação progressiva até a aplicação final que é o clímax da mensagem.
Qualquer que seja o método, é necessário ter-se um texto.
a.      O texto desperta interesse na Palavra de Deus.
b.      Inspira confiança na Palavra.
c.      Outorga autoridade ao pregador.
d.      Orienta o público baseado na Palavra.

Composição da mensagem (sermão)

São três partes que compõem um sermão:
Integrantes, não integrantes e auxiliares.
Integrantes:
a.      Introdução – começo "Sempre curto e objetivo".
b.      Corpo – a parte central.
c.      Conclusão – curta, simples e objetiva. "Não fique dizendo: "Já estou terminando"; pois acabará por mentiroso e tirando a atenção dos sinceros ouvintes.
Não integrantes:
a.      O texto das escrituras lido diante dos ouvintes.
b.      Tema – ligado ao texto, e o que irá conduzir a mensagem em perfeita unidade.
Há muitos temas:
Temas gerais: Fé, Salvação, Trindade....
Temas específicos; temas doutrinários; tema prático; tema evangelístico; tema ocasional.
c.      Duração – É necessário saber quanto tempo se tem para pregar. Hoje geralmente o tempo é muito curto, talvez por que muitos dirigentes não dão prioridade a santa Palavra , ou pensa que o povo não quer ouvir a Palavra.
Outros pensam que o povo os quer ouvir pelo resto da vida, e desandam a falar até o "raiar do dia"; quando se têm o que dar sempre terá gente para ouvir, duro é ficar 1 ou 2 horas ouvido "ladainha".
d.      Tipo de ouvintes – Fazer identificação dos ouvintes:
Idade, posição, lugar, temperatura, conhecimento do evangelho, sistema de som...
Elementos auxiliares: - São ao que dão corpo a mensagem, subsídio: Referências, história, ilustrações...
Pregar o evangelho não pode ser considerado uma aventura, uma profissão, um negócio. É um privilégio.

O conhecimento que o pregador deve ter da Bíblia

Quem deseja ser um bom pregador do Evangelho, deverá identificar-se com a Bíblia, conhecer sua origem, sua composição, estrutura, seu propósito, seu caráter e seus efeitos.
A Bíblia:
Escrita por mais ou menos 40 autores, durante um período de 16 séculos, é um verdadeiro milagre.
a.      É um livro para ser buscado, Jo 5:39, "Examinai-o".
b.      Crido, Jo 2:22.
c.      Lido, 1Tm 4:13. "Existe pregadores que nunca leram a Bíblia". Só copiam sermões, parecem papagaios: Só repetem o que ouviram outros pregarem.
d.      Recebido, 1Ts 2:13.
e.      Confirmado e aceito, At 17:11.
A inspiração da Bíblia é divina, obra do Espírito Santo, At 1:16; 11Tm 3:16; Hb 3:17; 11Pe 1:21; 11Pe 1:23-25; 11Sm 23:2; Êx 4:12...
66 livros em duas partes:
39 no Velho Testamento e 27 no Novo Testamento.
A pessoa central é Cristo, Lc 24:25-27; Jo 5:39; At 10:43.
O Velho Testamento foi escrito para nosso exemplo, 1Co 10:6,11.
Para compreender é preciso buscar ajuda do Espírito Santo, Lc 24:45; Sl 119:18.
Há muitos objetivos:
a.      Avisar aos crentes, 1Co 10:11.
b.      Manifestar o cuidado de Deus, 1Co 9:9-10.
c.      Ensinar e instruir, Rm 15:4.
d.      Aperfeiçoar o cristão para toda boa obra, 11Tm 3:16-17.
e.      Fazer o homem sábio para salvação, 11Tm 3:15.
f.        Produzir fé na divindade de Cristo, Jo 2):31.
g.      Produzir vida eterna, Jo 5:24.
Contém:
História, poesia, profecia biografia, arqueologia, mineralogia, oceania, astronomia...
Nela está o boiadeiro, o rei, o profeta, o médico, o pescador, mestres...
"A Bíblia é o único livro que foi escrito por todos os materiais e em todos os métodos inventados pelo homem, pedra, bronze, prata, couro, ferro, barro...
Alguns testemunhos de que a Bíblia é a Palavra de Deus:
a.      Sua unidade.
b.      Sua divina inspiração. Expressões como: "Assim diz o Senhor", "E veio a mim a Palavra do Senhor". Há como 2:500 vezes.
c.      As profecias sobre a pessoa de Jesus.
d.      Informações científicas, Is 40:20-22; Jó 38:35; Ap 11:9; Na 2:34.
e.      Preservação maravilhosa.
f.        Seus nomes e títulos, Hb 4:14; 11Tm 2:15; Lc 24:32; Sl 1:2; Is 34:16.
g.      Experiências transformadoras daqueles que a tem lido.
A Bíblia é o único livro que tem a natureza de Deus em si mesma: Eternidade,
santidade, pureza, perfeição e verdade.
É o livro texto do pregador:
a.      A convicção do pecado pela pregação, At 2:14-37.
b.      A fé que possui o cristão, Rm 10:17.
c.      A pureza interior pela Palavra, 11Co 7:1.
d.      Segurança do cristão provém da Palavra, 1Jo 5:13.
e.      As raízes de nossa consolação, 1Ts 4:18.

Como estudar a Bíblia

Primeiro tem que se conhecer a Cristo pessoalmente em experiência, filiação e interiormente.
a.      É necessário depender do Espírito Santo, Ele é o mestre, revelador de segredos e o glorificador de Cristo.
b.      Amar o conhecimento. Conhecimento com humildade, sinceridade e com perfeito amor.
c.      É necessário cuidar da vida de oração. Orando falamos com Deus, o inspirador da Bíblia; então fazemos uso das chaves que abre as portas.
d.      É necessário um espírito obediente, ao que a Bíblia diz, ordena e proíbe.
e.      É necessário ser perseverante: Na leitura, meditação e na retenção do conhecimento; sem preguiça. "O diabo tenta todo mundo, mas, o preguiçoso tenta o diabo".
f.        É necessário ter fé. Fé para aceitar tudo o que a Bíblia afirma, para entender tudo o que ela ensina, e fé para descansar em tudo o que a Bíblia promete.

Dicas que podem ajudar


a.      Ao contar um testemunho não detalhe muito, ou então escreva um livro.
b.      Nunca olhe para uma só pessoa, ainda que sinta algo diferente (de Deus) ao olhar para essa pessoa. Lembre-se que você está pregando para todos.
c.      Nunca "vença" o povo pelo cansaço. Não obrigue o povo a dar glória ou aleluia só para satisfazer teu ego, ou para ter sensação que a tua prédica tem resultado.
d.      Não grite. Não confunda grito com eloquência. Do tipo: (receba, receba, recebaaaaaaaaaaaa!). ( Dá glória, Dá glória, Dá glória, Dá glóriaaaaaaaa!) ( Olhe o anjo, Olhe o anjo, Olhe o anjooooooooo!) ( Shiiiiiiiiiiiii, escuta o poder, escuta o poder shiiiiiiiiiii). "OGRITO É A MANIFESTAÇÃO CABAL DE QUEM NÃO TEM O ARGUMENTO".
e.      Não desrespeite os companheiros de púlpito, ou o pastor da igreja em que estás. (Aparentemente falar mal dos obreiros trás alegria aos descontentes).
f.        Faça o que te foi pedido para fazer, não invente nada.
g.      Não fique estático, você não é uma múmia; não fique pulando tanto, pois não és um palhaço. A comédia tem sua hora e se for bem colocada pode até ajudar a compreensão dos ouvintes e evitar o cansaço. Dizem que o pregador pode dar alguns passos para os lados e para trás, 4 vezes em 40 minutos. Imagine aqueles que gostam de pegar o microfone só para ficarem saracoteando no púlpito, exigindo "espaço" como se fossem dançar ou pular corda. A boa regra de Homilética diz que não se deve pegar o microfone na mão, a não ser se for necessário.(Toda regra tem exeção) Se você tiver boas palavras todos irão te ouvir.
h.      Observe se estás sendo ouvido; ser ouvido é uma coisa sendo entendido é outra. (Observe que você pode não estar agradando, mas, sendo ouvido, pois a Palavra de Deus sempre será perseguida, não querem ouvir). Mas não confunda. Um prego bem batido vale por dez torto. O muito falar faz tropeçar.
i.        Nunca preencha lacunas com "amém" , "né", ou coisa assim.
j.         Não pronuncie palavras feias, de baixo calão, ridículas ou indecorosas. Treine seu vocabulário; as palavras ditas no quintal de sua casa não deve ser a mesma que você dirá no púlpito.
k.      Não cruze ,os braços ou debruce em cima do púlpito; púlpito não é cama.
l.         Antes de iniciar, enquanto assentado no púlpito, não fique conversando com os colegas de lado e nem escorando de um lado para o outro ou pernas abertas e, nem limpar as narinas (isso deve ser feito em oculto, no banheiro ou secretaria). Púlpito é exemplo de elegância e comportamento social, além de ser um lugar santo e de reverência.
m.    Púlpito é lugar de se pregar a Palavra de Deus, então pregue como se Deus estivesse em teu lugar.
n.      O teu próximo pode ser o teu espelho. É observando que se aprende. Tenha um espírito de crítica construtiva, e permita que te critiquem.
o.      Cuidado com as ondas e modismo de outros pregadores, antes de copiá-las, analise-as pela Palavra de Deus e os costumes gerais. A arte está em não copiar nada na integra, ou se tira algo , ou acrescenta-se algo.
p.      Aprenda ética ministerial para que saibas o teu limite.
q.      Cuidado com aqueles que gostam de dizer: "Deus falou para mim...."
r.        Cuidado para não dizer algo que machuque seus companheiros que estão na sua retaguarda, afinal o pastor local, seus obreiros, é que ficam anos e anos ali enchendo o templo para você ir lá pregar; portanto não estrague com 45 minutos o trabalho de meses ou anos. (ousadia não é estupidez)
s.      Não pense que porque está ali no púlpito você é melhor que todos os obreiros locais ou da região. (Quando saem dizendo: "Em tal região ou em tal campo não se tem pregadores.") Senão tivesse você não encontraria ali igreja ou templo para pregar.
t.        Por ultimo, não pregue por oferta, ou quantia estipulada que as vezes são absurdas. Lembre-se: "Se exijo o que mereço, sou medido pelo que sou; se confio na graça de Deus sou medido pelo o que Deus é."
Pregar é falar em lugar de Deus, é o próprio Deus falando. Não torne pouco as coisas de Deus. Somos apenas um canal. Que esta pequena obra lhe ajude a melhor fazer a obra do Mestre.
Apresentação:   Pr. ILTON GONÇALVES
Assembleia de Deus em Cambuquira-M.G.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

ブック:生物学 - 進化の神話

進化の神話上の日本語で、この本を出版ウラジミールスクライブは、本は、など、いくつかのオンライン書店で購入することができます。

http://www.amazon.com/Ikimonogaku-shinka-shinwa-Shinka-ron-Japanese/dp/1530731364/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1459697570&sr=8-1&keywords=Ikimonogaku+%E2%80%93+shinka+no+shinwa

https://clubedeautores.com.br/book/206567--Ikimonogaku__shinka_no_shinwa?topic=liberdadepolitica%26seguranca#.VwE3SPkrLIU

この本は生物学は進化論を反駁し、作成を担当一つとして神をあがめるの明確な目的を持っています。聖書は、この本を通して、私たちは人生の主のタイトルで神に課税、行為17.24から28で述べているように私たちは、男性に非常に近いです作成者にこのボリュームを捧げます。男性は彼らの存在がここに創造の行為ではなく、プロセスの進展に由来この文献を発表しました。神への真の信者は、この本は、人生と人間の起源についての自分の信念を強化します。科学者たちは、何の信念が、その唯一の目的から研究をそらすべきではないことを指摘し、科学の発展を妨げる理論の再考をお願い:真実を。



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sexta-feira, 11 de março de 2016

LIVRO: O DIABO ESTÁ AO SEU LADO

O Escriba Valdemir publicou este livro e pode ser comprado impresso ou em e-book no endereço abaixo, além de dezenas de outras editoras e livrarias virtuais. Pode ser lido na íntegra logo a seguir.

https://www.clubedeautores.com.br/book/204955--O_Diabo_esta_ao_seu_lado?topic=desenvolvimento#.VuIzdfkrLIU
Cover_front_medium
Tive inúmeras experiências com os demônios, e a cada dia tenho novas experiências. Ninguém passa por este mundo sem sentir por algum momento uma perturbação em sua vida. Um vulto que passou por trás de você, uma voz chamando seu nome e você não vê ninguém. Um pesadelo extremamente assustador. Um impulso maligno para fazer algo contrário a sua consciência. Muitas vezes uma voz, como se houvesse outra pessoa discutindo em sua mente com você, te tentando para fazer algo proibido. Cada um fazendo uma retrospectiva da sua vida perceberá que em alguns momentos uma presença maligna o cercou. Não tem como evitar isso. Aliás, quanto mais a pessoa se volta para Deus, mais chances ela terá de sentir o Mal lhe rondando, lhe cercando e espreitando sua vida, porque o Diabo não quer ninguém bem.  


domingo, 8 de novembro de 2015

EXÉGÈSE BIBLIQUE SELON WIKIPEDIA

Scribe Valdemir

Exégèse biblique

L’exégèse biblique est une exégèse (exégesis en grec : « mener hors de »), étude approfondie d'un texte et en particulier d'un texte sacré, appliquée à la Bible. On appelle exégète une personne qualifiée pour ce type de travail.

Judaïsme[modifier | modifier le code]

Exégèse traditionnelle ou canonique[modifier | modifier le code]

Des formes juives traditionnelles d’exégèse se trouvent dans la littérature du Midrash.

Judaïsme rabbanite[modifier | modifier le code]

Des commentateurs rabbiniques, sont connus comme mefarshim (« commentateurs » en hébreu). Il existe plusieurs domaines d’exégèse juive orthodoxe :
  • Le Targoum est une traduction de la paracha en araméen, justifiée par divers commentaires. Il était d’usage courant dans les synagogues de Galilée au premier siècle. Rien de semblable dans le judaïsme alexandrin, car le commentaire était intégré dans le texte1.
  • Le Midrash est un terme générique désignant tous les débats, commentaires, explications, et occasionnellement recherches sur les textes de la Bible hébraïque. Dans le sens générique, c’est un genre littéraire, celui du récit homélitique. Il explique et commente plus qu’il ne recherche des sources. Les paragraphes liés à la loi, font objet d’exposé comme de cas d’application.
  • La Halakha est un exposé de la loi écrite.
  • La Haggadah commente les récits non liés à la loi, et produit elle-même de nouveaux apologues.
  • Le Mikra est l’étude rationnelle des prophètes et de l’hagiographie.
  • La Massora se rapproche de la critique textuelle en s’intéressant exclusivement à la syntaxe, à la qualité de la copie et aux sources.
  • La Guemara, la seconde des deux grande parties du Talmud, contient le commentaire de la première grande partie, la Michna, ou recueil de l’ensemble des lois divines telle que recensée par le judaïsme rabbinique.
Le Talmud, qui regroupe la Michna (les lois) et la Guemara (commentaires exégétiques) fait lui-même l’objet d’études et d’analyses, c’est-à-dire d’exégèse. L’exégèse juive ne s’arrête donc pas avec la rédaction du Talmud, mais continue pendant le Moyen Âge et la Renaissance.

Secte karaïte[modifier | modifier le code]

Le karaïsme est une secte d'inspiration juive (non reconnue dans le judaïsme2) refusant l’exégèse talmudique du judaïsme rabbinique, et ayant développé sa propre démarche. Le karaïsme s’appuie sur trois piliers exégétiques afin de déterminer la halakha (lois et prescriptions religieuses) :
La Miqra elle-même, c’est-à-dire l’ensemble des mitzvot, positives et négatives, que Moïse reçut sur le Sinaï, et consigna dans la Torah écrite, est la source de prédilection. Elle a valeur d’étalon absolu et aucune loi ne peut être édictée qui contredirait son sens apparent, l’interprétation duquel est laissé à la libre appréciation de chacun.
Le Heqesh (déduction), c’est-à-dire l’herméneutique karaïte, analogue au midrash halakha rabbanite, est utilisé par les Posqim (décisionnaires) karaïtes pour fixer la Halakha (loi religieuse) dans les cas non décrits clairement dans la Torah. Ces déductions peuvent être linguistiques ou logiques. Anan ben David utilisait les treize principes de Rabbi Ishmaël, auxquelles il reconnaissait une valeur logique mais non révélée.
Le Sevel HaYerousha (Fardeau de l’Héritage) est un ensemble de règles et de coutumes pour lesquelles il n’existe pas de description précise dans la Bible hébraïque, comme la brit mila ou la shehitaTransmises oralement de génération en génération, parfois même supposée dater d’avant le don de la Torah à Moïse (la circoncision remonte selon laBible à Abraham, et donc préexiste à Moïse), ces règles sont observées, à condition de ne pas contredire la Torah écrite et d’être le prolongement de celle-ci (par exemple, lashehita s’appuie sur l’interdiction de consommer du sang). Souvent assez semblables aux rites décrits dans le Talmud, les karaïtes ne confèrent cependant pas à ces traditions le statut de mitzvot d’origine divine, contrairement aux rabbanites.

Les quatre sens[modifier | modifier le code]

Au côté des domaines de l’exégèse biblique existent des méthodes d’herméneutique biblique. On distingue traditionnellement quatre méthodes d’interprétation : Peshat (sens obvie, c’est-à-dire le plus évident), Remez (allusion), Drash (sens indirect) et Sod (sens ésotérique).
L'interprétation est d'autant plus difficile que le vocabulaire biblique est truffé de mots polysémiques ou d'hapax (la Bible hébraïque comporterait environ 300 000 mots et2 000 hapax sur 8 000 vocables différents)3.

Exégèse scientifique[modifier | modifier le code]

La pratique continue de l’exégèse traditionnelle ou exégèse canonique comme exposée ci-dessus ne doit pas donner à penser que le judaïsme méconnaît l’exégèse scientifique. Dès le début du xxe siècle, les savants et chercheurs juifs investissent les Sociétés bibliques. Ainsi en témoigne un discours d’ouverture d’une assemblée générale de la « Society for Biblical Litterature »
Les chercheurs juifs ont rendu leur présence réelle dans les avis et les affaires de la société de littérature biblique. Rabbi Marcus Jastrow de Philadelphie devint membre en 1886 en même temps que Rabbi Gustav Gottheil et son fils Richard J. H. Gottheil. Le jeune G Gottheil fut élu président en 1902. Morris Jastrow, Jr. nous rejoignit en 1891. Il serait impossible de concevoir la Société sans les figures éminentes de Max L. Margolis, Julian Morgenstern, Nelson Glueck, Ralph Marcus, Louis Finkelstein, Solomon Zeitlin, Harry M. Orlinsky, Jacob Neusner, ou de H. Louis Ginsberg.

Christianisme[modifier | modifier le code]

Exégèse patristique et médiévale[modifier | modifier le code]

Elle trouve sa source chez les Pères de l'Église, dont la plupart ont laissé de nombreux commentaires de l'Écriture, voire des traités d'exégèse, comme le Traité des Principesd'Origène (185 - 254). Ce dernier laisse à la postérité sa théorie des quatre sens de l'Écriture, promise à un immense succès. Ces quatre sens sont: le sens littéral ou obvie; le sens allégorique (du grec allos, autre, et agoreuein, dire: l'allégorie en énonçant une chose en dit aussi une autre); le sens tropologique ou moral; enfin, le sens anagogique qui indique ce vers quoi on doit tendre.
Le théologien Henri de Lubac s.j. s'exprime de la façon suivante à propos des fondements de l’exégèse traditionnelle en reprenant les quatre sens de l'écriture définis parOrigène au iiie siècle4 :
« On savait depuis longtemps, vers les commencements du xiie siècle, qu'il y avait des règles traditionnelles qui s'imposaient à tous dans l'interprétation de l'Écriture. On connaissait les sept Règles mystiques formulées jadis par Tyconius, autorisées par saint Augustin, vulgarisées par saint Isidore. On n'ignorait pas que l'Apôtre lui-même avait donné par son exemple une regulam intellegendi allegoricas actiones. Cette règle de l'allegoria n'était d'ailleurs pas la même que celle de l'historia, l'ordo[Lequel ?] de l'une et de l'autre différait. On reconnaissait donc des leges historiae, une allegoriae consequentia, des rationes anagogicae : toutes expressions qui dataient du temps des Pères. Sans doute, les autres sens admettaient une allure plus libre que l'histoire. Tout en protestant contre les libertés excessives que, selon lui, prenait Eusèbe de Césarée, saintJérôme, à la suite d'Origène, l'avait dit de l'allégorie et de la tropologie plus encore. Beaucoup le redisaient après lui, d'après lui : la tropologie à devant elle un libre espace....Historia stricta, tropologia libera »5.
L'exégèse au Moyen Âge est fortement inspirée de cette exégèse patristique: Bernard de ClairvauxThomas d'Aquin s'appuient abondamment sur les Pères de l'Église.

Les humanistes et la Réforme[modifier | modifier le code]

Aux alentours du xvie siècle, certains humanistes puis les Réformateurs développent l'idée l'exégèse biblique dans le sens d'une recherche tournée vers les sources (textes hébreux, textes grecs).

La Renaissance et les Lumières[modifier | modifier le code]

Avec la Renaissance et la naissance de l'esprit scientifique, la lecture de la Bible change considérablement. On se recentre sur le sens littéral, jugé être le vrai sens des Écritures6Baruch Spinoza, juif néerlandais, philosophe, physicien, en partie inspiré par René Descartes, publie en 1670 son Traité théologico-politique qui introduit une idée d'importance: La règle universelle à poser dans l’interprétation de l’Écriture est de ne lui attribuer d’autres enseignements que ceux que l’enquête historique nous aura très clairement montré qu’elle a donnés. À sa suite, d'autres chercheurs comme Richard SimonJean Astruc et d'autres soulèvent les problèmes que pose la Bible en matière de science et d'histoire notamment.
Voltaire écrit « La Bible enfin expliquée par plusieurs aumôniers de S.M.L.R.D.P. »7, démontrant de nombreuses incohérences (notamment chronologiques et en rapport avec les connaissances scientifiques de son époque), l'inspiration de textes religieux plus anciens ainsi que la cruauté de ses héros et du Dieu des religions abrahamiques. Il étudie pendant 40 ans la Bible et s'inspire de philosophes plus anciens.

Le xixe siècle et le modernisme[modifier | modifier le code]

À la fin du xixe siècle, des personnalités comme Ernest Renan et des exégètes dont la figure de proue est Alfred Loisy remettent en question l'exégèse traditionnelle catholique, qui à cette époque pense encore pouvoir tirer de la Bible un enseignement scientifique, par exemple sur l'origine du monde. Ces novateurs sont qualifiés de "modernistes" par l'Église catholique. Léon XIII promulgue une première encyclique sur l’étude des textes bibliques, Providentissimus Deus (1893). Le pape y précise que l’enseignement de la Bible concerne essentiellement les vérités et les moyens nécessaires au salut, ce qui est déjà une façon de dire que la Bible ne prétend rien affirmer sur le plan scientifique8.
Cependant, comme le montre l’ouvrage de François LaplancheLa Crise de l’origine9, les catholiques ont du mal à quitter l’apologétique pour aborder les sciences religieuses. Au début du xxe siècle, sur les plans de l'histoire et de l'exégèse biblique le décret Lamentabili et l'encyclique Pascendi de Pie X combattent la revendication d'indépendance des sciences religieuses à l'égard du magistère ecclésiastique10.

Le xxe siècle : l'encouragement de l'exégèse critique[modifier | modifier le code]

Mais les catholiques ne renoncent pas pour autant à l'exégèse. Parmi les centres catholiques de l’exégèse biblique, le plus connu est l’École biblique et archéologique française de Jérusalem fondée en 1890 avec Marie-Joseph Lagrange o.p. avec pour principale motivation « qu’on ne pouvait laisser l’exégèse aux protestants »11 . L’EBJ jouit maintenant d’un statut de centre de recherche et est en partie financée par l’État12.
En 1943, l'encyclique Divino Afflante Spiritu de Pie XII marque un tournant : le pape encourage explicitement les méthodes critiques d'exégèse et le recours aux sciences profanes utiles à l'interprétation de l'Écriture13.
La création de l’ACFEB, en 1967, aide au travail exégétique des chercheurs catholiques. Ils reprennent le travail, n’ayant pu maintenir d’expertise dans la période qui va de l’instauration du serment anti-moderniste jusqu’au milieu du concile Vatican II que dans le domaine des langues anciennes, dont les Bollandistes sont devenus et demeurent des experts.
Pendant le concile Vatican II, la Commission biblique pontificale fait paraître une Instruction sur la vérité historique des évangiles (21 avril 1964) qui est saluée comme un guide de travail pour les exégètes catholiques.
Dans son ouvrage Jésus de Nazareth (Flammarion, 2007), Joseph Ratzinger Benoît XVI déclare qu'il faut subordonner l’exégèse historico-critique à l’exégèse canonique, ou dogmatique14.

Exégèse historico-critique[modifier | modifier le code]

Elle est d’origine allemande et s’enracine dans le milieu du xixe siècle. Depuis plus de 100 ans, l’exégèse se développe dans les universités protestantes allemandes telles queTübingen et aux États-Unis, dans les Divinity School (ChicagoHarvard et Yale sont devenues célèbres). De même les universités de Genève et Lausanne ont acquis une notoriété certaine.
Elle s’attache à l’étude critique des textes bibliques, à leur genre littéraire précis (textes narratifs, légaux, poétiques, parénétiques ou sapientiels, textes prophétiques, histoires légendaires — récits ethnologiques et étiologiques —, listes d'itinéraires et de généalogies, discours et dialogues) et à leur forme littéraire (textes de type législatif, juridique ou cultuel)15, en revenant à la source (texte en hébreu ou en grec ancien).
Article détaillé : exégèse.
Les méthodes de traduction, la syntaxe et la grammaire jouent donc un rôle important. L’étude du contexte historique de la rédaction des textes est également capitale. On peut noter à ce sujet que certaines traductions de la Bible en français dans l’Histoire ont pu entraîner des altérations de langage (voir logique de Port-Royal).

La laïcisation du savoir[modifier | modifier le code]

La condamnation de Loisy16 a notamment permis, en France, à l’exégèse biblique d'entrer dans les universités laïques. Ainsi, l’EPHE (École pratique des hautes études, France) mène des recherches en exégèse biblique et sur l’histoire de la constitution de la Septante ou de la Bible hébraïque.[style à revoir]

Les différentes formes d’exégèse[modifier | modifier le code]

Critique textuelle[modifier | modifier le code]

La critique textuelle est une branche de la philologie qui examine les copies existantes des manuscrits d'une œuvre littéraire antique ou médiévale pour produire un texte qui est aussi étroitement que possible proche de l'original. L'original théorique s’appelle l’urtext, les biblistes du xixe siècle pensant pouvoir retrouver ce texte de référence mais il n'existe probablement. Il a en effet subi de nombreuses réécritures à toutes ses étapes rédactionnelles avant le début de sa transmission textuelle et les rouleaux ne se conservaient qu'une cinquantaine d'années en milieu humide, restant fragiles en milieu sec17.
La critique textuelle nécessite des compétences affirmées en langues anciennes, en paléographie et en épigraphie.
Avant l'invention de l'imprimerie, les œuvres littéraires étaient copiées à la main. À chaque copie d'un manuscrit, des erreurs pouvaient être introduites par le copiste humain. La difficulté dans la critique textuelle vient de la difficulté à distinguer pour chaque leçon (lecture différente) la variante de l'originale voire de la fautive.
La tâche du critique textuel consiste donc à répertorier les variantes et à établir un texte critique tel qu'il représente l'original en expliquant au mieux l'état de tous les témoins existants.

Critique textuelle du Nouveau Testament[modifier | modifier le code]

Article détaillé : critique textuelle.
Le Nouveau Testament s'est transmis à partir de nombreux manuscrits (environ 5 000 grecs et 10 000 latins), plus que n'importe quelle autre œuvre antique. Le nombre énorme de témoins présente des difficultés uniques, principalement en rendant la stemmatique impraticable quoique l'informatique commence d'offrir des solutions. En conséquence, les critiques textuels du Nouveau Testament ont adopté l'éclectisme après avoir recollé des témoins dans trois groupes principaux, les texte-types.
  • Le texte-type alexandrin constitue un groupe primitif dont les textes sont bien considérés ; parmi ces textes, le Codex Vaticanus et le Codex Sinaiticus.
  • Le texte-type occidental est également très ancien, mais ses témoins sont plus enclins à la paraphrase et à d'autres corruptions.
  • Le texte-type byzantin forme la grande majorité des manuscrits, particulièrement après le ve siècle.
Après Westcott et Hort, les critiques textuels du Nouveau Testament ont conclu que le texte-type byzantin est tardif, basé sur l'alexandrin et les textes-types occidentaux. Parmi les autres types, l'alexandrin est considéré plus pur que l'occidental. Ainsi la pratique de la critique textuelle du Nouveau Testament doit suivre la lecture des textes alexandrins à moins que ceux de l'occidental soient nettement supérieures.
Le plus ancien papyrus, fragment de codex retrouvé à Oxyrhynque en Égypte, qui comporte une partie du texte de l'Évangile selon Jean, est le papyrus Ryland 457, daté de l'an 125.
Article connexe : Johann Jakob Griesbach.

Critique de sources[modifier | modifier le code]

En fonction des motifs du récit, la critique de sources détermine les emprunts divers à des littératures voisines. Elle détermine le milieu de production du texte qui est souvent celui du ou des auteurs. Un bon exemple de ce genre d'étude est l'hypothèse d'une source Q dans les évangiles synoptiques.

Critique de forme (Formgeschichte)[modifier | modifier le code]

La critique de forme est un Untermethode des critiques méthode de l’exégèse de Bible. La critique de forme examine le texte biblique en regard de sa catégorie de texte.
Par exemple, pour un texte à contenu historique mettant en jeu deux peuples, elle regarde ce que disent les chroniques des autres peuples concernant le même événement. Par exemple, le massacre des Innocents est rapporté par l’évangile attribué à Matthieu en faisant référence à un autre massacre d’enfants, celui des nouveau-nés mâles des fils d’Israël par Pharaon rapporté dans l’Ancien Testament (Exode 1,16). Le récit de Matthieu est parallèle à celui de la naissance de Moïse dans l'Ancien Testament dans un effort allégorique pour montrer que Jésus est le nouveau Moïse18« Le parallélisme est trop massif pour n'avoir pas été forgé sinon de toutes pièces, du moins dans une large mesure18. »
Une partie de la critique considère donc que cet événement n'a aucune assise historique19. Toutefois, le procédé littéraire utilisé ici est courant à l'époque18 et est utilisé dans de nombreux autres passages des évangiles.
Article détaillé : Rudolf Bultmann.
Pour Paul Veyne, le témoignage du païen Macrobe atteste l'historicité d'un massacre d'enfants même si « son souvenir a servi à motiver la naissance légendaire, à Bethléem, deJésus de Nazareth »20.

Exégèse narrative ou rhétorique[modifier | modifier le code]

Elle considère le texte dans sa structure rhétorique tel qu’il nous est parvenu et en dégage les lignes de force. Dans le meilleur des cas, on aboutit à des lectures décapantes où l’on prend conscience que le moment important du texte n’est pas celui qu’on l’imagine. Ce travail nécessite une bonne connaissance des littératures anciennes.
Article détaillé : narratologie.
Dans les autres cas, elle prend le texte tel qu’il est canonisé et tâche d’en dégager l’herméneutique par la méthode « la Bible s’explique par la Bible »21. La plupart du temps, elle mène par là à l’exégèse canonique.
Raymond E. Brown (décédé en 1997) dans un ouvrage posthume Croire en la Bible à l’heure de l’exégèse développe un point de vue plus original. Il ferraille contre l’objection traditionnelle que la théologie, l’exégèse, ça sert rien qu’à perdre la foi. Les biblistes mettraient-ils la foi en péril ? Sont-ils quelque part des ennemis de l’Église catholiqueromaine ou de toute Église établie ? L’auteur entend répondre à un certain nombre de soupçons émis par les fondamentalistes chrétiens de tous bords.
En lien avec la constitution Dei Verbum, R. E. Brown développe sa réflexion en insistant sur le travail des auteurs des Écritures, et sur le sens que pouvaient prendre pour eux ces textes, sens parfois différent de celui que lui attribue un lecteur contemporain. Selon lui, « il n’est pas mauvais que s’établisse une relation de tension entre ce que voulait dire l’Écriture pour ses auteurs et ce qu’elle en est venue à vouloir dire aujourd’hui dans l’Église » (entendre catholique romaine).
De façon plus indépendante, l’évêque épiscopalien John Shelby Spong tente de poursuivre une forme d’exégèse issue de l’histoire des formes en mettant l’accent sur le rôle duMidrash dans l’écriture de la Bible.

Articles connexes[modifier | modifier le code]

Notes[modifier | modifier le code]

  1.  Le Monde de la Bible, Folio Histoire, Gallimard, collectif sous la direction d'André Lemaire
  2.  L’une des deux grandes communautés restantes, le karaïsme est-européen, semble en voie d’assimilation rapide. L’autre grande communauté, celle d’Égypte, a émigrée vers Israël lors de la nationalisation du canal de Suez par Nasser. Une partie s’est cependant installée dans la région de Los Angeles, et tend à s’y intégrer au judaïsme libéral américain. Le poids global du karaïsme semble donc destiné à encore décroître.
  3.  Mireille Hadas-LebelL'Hébreu : 3 000 ans d'histoire, Albin Michel,‎ 1992(ISBN 2-226-05865-6)p. 34
  4.  Exégèse médiévale. Les quatre sens de l’écriture, Aubier-Montaigne, 1959, 1961, 1964, Cerf,1993
  5.  Henri de Lubac, op.cit.
  6.  Cf. P. Gibert, Petite histoire de l'exégèse biblique, Cerf, notamment le ch. 13: "Vérité et critique au XVIIe s.".
  7.  La Bible enfin expliquée par plusieurs aumôniers de S.M.L.R.D.P. sur wikisources
  8.  ...Considérons d'abord que les écrivains sacrés, ou plus exactement " l'esprit de Dieu, qui parlait par leur bouche, n'a pas voulu enseigner aux hommes ces vérités concernant la constitution intime des objets visibles, parce qu'elles ne devaient leur servir de rien pour leur salut " (citation d'Augustin, De Genesi ad litteram). Léon XIII, Providentissimus Deus, 18 novembre 1893.
  9.  La Science catholique des Évangiles et l’histoire au xxe siècle, Paris, Albin Michel, coll. « L’évolution de l’humanité », 2006, 707 p.
  10.  Pierre Colin, Modernisme et crise moderniste, in Esprit et Vie, n° 70, novembre 2002, p. 3-5,extrait en ligne [archive]
  11.  Correspondance de MJ Lagrange avec le pape citée dans Marie-Joseph Lagrange, une biographie critique de Bernard Montagnes o.p.
  12.  Émile Poulat, Histoire, dogme et critique dans la crise moderniste, 1962, Albin Michel;
  13.  Pie XII, Divino Afflante Spiritu, 30 septembre 1943, §15.
  14.  eyes that see not [archive], Gerd Ludemann, cité par April de Conninck
  15.  Michaela Bauks, Christophe Nihan, Manuel d'exégèse de l'Ancien Testament, Labor et Fides,‎ 2008 (lire en ligne [archive])p. 116
  16.  et grâce à celle-ci. Cf : Claude Langlois [archive] directeur de l’Institut européen en sciences des religions, Aux origines des sciences religieuses en France : la laïcisation du savoir (1810-1886)
  17.  (en) W. F. Albright« New Light on the Early Recensions of the Hebrew Bible »Bulletin of the American Schools of Oriental Researchno 40,‎ 1955, p. 27–33
  18. ↑ ab et c André GounelleL'historicité de Jésus [archive].
  19.  (en) « Herod and the Infants of Bethlehem », in Chronos, Kairos, Christos II, Mercer University Press (1998), p. 170
  20.  Paul Veyne Païens et chrétiens devant la gladiature Mélanges de l'École française de Rome. Antiquité, 1999, 111-2 p. 895 [1] [archive]- qui renvoie aussi à Perowne Stewart Hérode le Grand et son époque, Hachette, 1958.
  21.  Chère à Jean Calvin, cette méthode fut abandonnée par les protestants au xixe siècle.[réf. nécessaire]

Bibliographie[modifier | modifier le code]

  • Le Pentateuque, Débats et recherches, sous la direction de Jean Louis Ska s.j., XIVe Congrès de l'ACFEB, Angers (1991)
  • Hans Conzelmann et Andreas Lindemann, Guide pour l’étude du Nouveau Testament, Labor et Fides
  • Raymond E. Brown, Que sait-on du Nouveau Testament ?, Bayard, 2000 (édition originale américaine en 1997)
  • François Laplanche, La Crise de l'origine. La science catholique des Évangiles et l'histoire au xxe siècle, Albin Michel, 718 p. 2006.
  • Gilbert Dahan, L’Exégèse chrétienne de la Bible en Occident médiéval, XIIe-XIVe siècle, Paris, Cerf, 1999.
  • François RachlineLa loi intérieureÉditions Hermann, 2010 ; illustration de couverture et conception graphique par Gérard Garouste.
  • Biblia patristica, 2 vol., I. Des origines à Clément d'Alexandrie et Tertullien ; II. Le troisième siècle (Origène excepté), Paris, Presses du CNRS, 560 et 464 p. (Répertoire des citations et allusions scripturaires chez les Pères de l'Église.)

Liens externes[modifier | modifier le code]

Judaïsme[modifier | modifier le code]

Christianisme[modifier | modifier le code]